<projeto StoryLearn> em parceria com a PT Inovação

Posts

Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011

 

Até à data confrontei-me com múltiplas áreas de interesse para o projeto levando-me, deste modo, a tornar o meu estudo (demasiado?) complexo. Embora tenha noção disso, aqui deixo o título e índice atual:

 

"Narrativas Digital Storytelling em contexto de Formação Profissional – o lado emocional da Comunicação Audiovisual Digital"

 

0.1. Objetivos: Geral e Específicos

 

0.2. Questões de Investigação

 

1. Enquadramento Teórico

1.1. Digital Storytelling (DST)

1.1.1 Center for Digital Storytelling, definição do conceito [LAMBERT, 2010] [PORTER, 2004]

1.1.2. Narrativas de Storytellers Profissionais [MILLER, 2010]

1.1.3. Técnicas do campo Audiovisual Digital [LAMBERT, 2010] [PORTER, 2004]

1.1.4. Utilização no campo da Aprendizagem (Ensino Universitário e Formação Corporativa

[FRAZEL, 2010] [MCDRURY e ALTERIO, 2003] [OHLER, 2008] [BARRET, 2006] [BASSINI, 2006]


1.2. Formação Profissional em contexto Corporativo

1.2.1. Learning Objects (LO) e Ambientes Virtuais de Aprendizagem para Formação

1.2.2. Validação da Formação “StoryLearning”

           
1.3. Teoria da Comunicação no contexto DST

1.3.1. Linguagem [VYGOTSKY, 1934]

1.3.2. Estética – O que nos seduz e prende a atenção

1.3.3. Semiótica dos Gestos [CASSEL e MCNEILL, 2004]

           
1.4. Design Thinking: Criar para Pessoas

1.4.1. Design de Informação

1.4.2. Design Emocional [NORMAN, 1988-2004] [ESSLINGER]

1.4.2.1. Fator humano: Emoção [ECKMAN, 2003] [DAMÁSIO, 2000]

1.4.3. Design de Interação

1.4.3.1. Interação Humano-Computador [NORMAN, 1988-2004] [PREECE, 2005] [MOGGRIDGE] [COOPER, 2009]

1.4.3.2. Parâmetros para o Desenvolvimento de Interfaces [BASSINI, 2010] - Heurísticas de Usabilidade [NIELSEN, 1994] confrontadas com os Sete Princípios do Design Universal [MACE, 1987]

 

2. Enquadramento Empírico

           
2.1. Metodologias e Tecnologias para criar Learning Objects em contexto de Formação 

(Auto-Aprendizagem) [SANTOS e MOREIRA, 2011] [DENATALE, 2008]

           
2.2. Desconstrução do lado Emocional do DST – concetualização da narrativa audiovisual digital

 

3. Conclusões

 

4. Bibliografia